por Adriana Calcanhotto
Toda sexta-feira toda roupa é branca
Toda pele é preta
Todo mundo canta
Todo céu magenta
Toda sexta-feira todo canto é santo
E toda conta
Toda gota
Toda onda
Toda moça
Toda renda
Toda sexta-feira
Todo o mundo é baiano junto.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Hoje é o dia do Roger
- Roger, muitos parabéns para você viu! Poderia passar o dia de abraçando e beijando, mas achei que iria exagerar e resolvi ponderar. Muitas felicidades. Aproveite a vida. Um beijo no coração, da Gerlovinha.
Roger é o meu orgulhoso quarentão. Uhu! Ele é um amigo muito bom, culto e amável. Ele dá colo, elogia produções de moda, beija e abraça muito, faz rir, faz pensar, faz refletir. É absurdo, mas ele consegue falar de qualquer assunto. Outro dia estávamos falando de abelhas, e lá veio ele - todo sábio. Ele é ótimo! E nada como o dia do aniversário para falar muito muito dele.
(Às vezes penso que se deveria fazer isso mais vezes, para as pessoas saberem que elas são especiais pra mim. Taí mais um motivo para este espaço aqui)
Roger é o meu orgulhoso quarentão. Uhu! Ele é um amigo muito bom, culto e amável. Ele dá colo, elogia produções de moda, beija e abraça muito, faz rir, faz pensar, faz refletir. É absurdo, mas ele consegue falar de qualquer assunto. Outro dia estávamos falando de abelhas, e lá veio ele - todo sábio. Ele é ótimo! E nada como o dia do aniversário para falar muito muito dele.
(Às vezes penso que se deveria fazer isso mais vezes, para as pessoas saberem que elas são especiais pra mim. Taí mais um motivo para este espaço aqui)
Complementando os motivos
Vários são os motivos para se estar aqui: amizade em tríade, dividir fatos do cotidiano, transpor trechos de livros bacanas, recitar poemas, jogar músicas marcantes, agradecer, servir, rir e chorar, contar, homenagear, brigar, desencanar, terapeutizar, e mais tudo que der vontade, numa mistura de tudo isso num só espaço virtual (pois, ao vivo, é só marcar uma cerveja com a gente). O formato não está fehado nem acordado. Cada uma aqui é livre. Boa leitura. Até mais!
terça-feira, 22 de maio de 2007
Origem do nome
Soneto da devoção
Essa mulher que se arremessa, fria
E lúbrica aos meus braços, e nos seios
Me arrebata e me beija e balbucia
VERSOS, VOTOS DE AMOR E NOMES FEIOS.
Essa mulher, flor de melancolia
Que se ri dos meus pálidos receios
A única entre todas a quem dei
Os carinhos que nunca a outra daria.
Essa mulher que a cada amor proclama
A miséria e a grandeza de quem ama
E guarda a marca dos meus dentes nela.
Essa mulher é um mundo! — uma cadela
Talvez... — mas na moldura de uma cama
Nunca mulher nenhuma foi tão bela!
Vinícius de Moraes
by VanGuedes
Essa mulher que se arremessa, fria
E lúbrica aos meus braços, e nos seios
Me arrebata e me beija e balbucia
VERSOS, VOTOS DE AMOR E NOMES FEIOS.
Essa mulher, flor de melancolia
Que se ri dos meus pálidos receios
A única entre todas a quem dei
Os carinhos que nunca a outra daria.
Essa mulher que a cada amor proclama
A miséria e a grandeza de quem ama
E guarda a marca dos meus dentes nela.
Essa mulher é um mundo! — uma cadela
Talvez... — mas na moldura de uma cama
Nunca mulher nenhuma foi tão bela!
Vinícius de Moraes
by VanGuedes
Entre milhares de motivos
Entre milhares de motivos, o pedido autêntico e unânime de duas amigas foi o principal. Elas precisavam de espaço para sonhar, escrachar, rir, se descabelar. Eu me uni à elas na crença de que, talvez, aqui esteja o essencial do que precisamos: liberdade para sermos Tríade.
by VanGuedes
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