1. Dia de fisioterapia intensa que me levou a atingir movimentos antes não conquistados!
2. Apesar de ter saído atrasada de casa, consegui chegar a tempo na sessão do cinema!
3. Ganhei um desconto na lavanderia que não era pra ser dado, mas a moça deixou quieto!
4. Ganhei um ingresso pra assistir Momix hoje no Via Funchal!
5. ...hummm.... Soh me resta sentar ao lado de um gato maravilhoso precisando de colo!
Adorei meu dia! E ainda nem terminou!
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
domingo, 12 de agosto de 2007
You All Everybody - Drive Shaft
Rock and roll, man
I walk around my town
Watch the people come and go
I watch them up and down
And I see what they don't know
They have given up on me
I can see it in their eyes
Well, I have given up on you
And I think you should realise
You all, everybody
You all, everybody
I don't like you stupid people
Wearing expensive clothes
You all everybody
You all everybody
You all everybody
I know you see what I have been
And compare with what I am
But I don't care now what you've seen
I'm just doing what I can
You say you've given up on me
And you say it like I should care
Well I have given up on you
And no, I don't want to “share”
Chorus
You all everybody
And will you get the message now?
When I cross my heart and shout it out damn loud?
Chorus
You all everybody
Yeah, you all everybody
...................................................
Jah tava meio de saco cheio dos mistérios não resolvidos da série, fumaça preta, urso polar, Walt aparecer pro Locke, etc. Mas tenho que admitir que o último episódio do terceiro ano foi ducaralhu! Fiquei empolgada e triste, empolgada pela revelação dos flashbacks do Jack, mas triste pelo Charlie, por isso a homenagem ao Drive Shaft.
I walk around my town
Watch the people come and go
I watch them up and down
And I see what they don't know
They have given up on me
I can see it in their eyes
Well, I have given up on you
And I think you should realise
You all, everybody
You all, everybody
I don't like you stupid people
Wearing expensive clothes
You all everybody
You all everybody
You all everybody
I know you see what I have been
And compare with what I am
But I don't care now what you've seen
I'm just doing what I can
You say you've given up on me
And you say it like I should care
Well I have given up on you
And no, I don't want to “share”
Chorus
You all everybody
And will you get the message now?
When I cross my heart and shout it out damn loud?
Chorus
You all everybody
Yeah, you all everybody
...................................................
Jah tava meio de saco cheio dos mistérios não resolvidos da série, fumaça preta, urso polar, Walt aparecer pro Locke, etc. Mas tenho que admitir que o último episódio do terceiro ano foi ducaralhu! Fiquei empolgada e triste, empolgada pela revelação dos flashbacks do Jack, mas triste pelo Charlie, por isso a homenagem ao Drive Shaft.
sábado, 11 de agosto de 2007
O Joelho Juvenal - Ziraldo
Era uma vez um joelho que se chamava Juvenal.
Juvenal tinha um problema, coitado: vivia todo escalavrado.
Também, quem mandou o Juvenal ser o joelho de um menino levado?
Juvenal queria muito aprender língua de menino só pra dizer assim: “Menino, tem dó de mim!”
Mas, quando o esfolado sarava, Juvenal bem que gostava de correr e de saltar.
E ele se desdobrava e se dobrava outra vez todo alegre, pois sabia que, indo e vindo, fazia o menino feliz.
E ficava muito atento conversando com o pé (pois o pé e o joelho se falam).
– Cuidado aí, companheiro! Pode ser que no meio do caminho tenha uma pedra, tenha uma pedra no caminho...
... e aí você tropeça e quem vai sofrer sou eu.
Mas, não adiantava nada! O pé sempre tropeçava e lá ia o Juvenal outra vez pra enfermaria!
O Juvenal era muito religioso! Mas, tinha um probleminha com a Semana Santa (que vinha logo depois das férias).
Imaginem O Juvenal em que estado estava quando as férias acabavam!
Juvenal tinha um problema, coitado: vivia todo escalavrado.
Também, quem mandou o Juvenal ser o joelho de um menino levado?
Juvenal queria muito aprender língua de menino só pra dizer assim: “Menino, tem dó de mim!”
Mas, quando o esfolado sarava, Juvenal bem que gostava de correr e de saltar.
E ele se desdobrava e se dobrava outra vez todo alegre, pois sabia que, indo e vindo, fazia o menino feliz.
E ficava muito atento conversando com o pé (pois o pé e o joelho se falam).
– Cuidado aí, companheiro! Pode ser que no meio do caminho tenha uma pedra, tenha uma pedra no caminho...
... e aí você tropeça e quem vai sofrer sou eu.
Mas, não adiantava nada! O pé sempre tropeçava e lá ia o Juvenal outra vez pra enfermaria!
O Juvenal era muito religioso! Mas, tinha um probleminha com a Semana Santa (que vinha logo depois das férias).
Imaginem O Juvenal em que estado estava quando as férias acabavam!

Aí vinha a Semana Santa... E o Juvenal, coitado, todo cheio de esfolados, tendo tanto pra rezar!
Mesmo assim, o Juvenal gostava muito da vida, do vento ventando nele, quando o menino corria, todo feliz, pelo mundo.
E Juvenal adorava quando a água lhe batia até onde ele se achava para ver se a água dava pé.
Assim como o pé e a canela ele também pensava: “É o fino ser mergulhador submarino”.
Um dia, tudo ficou escuro para o Juvenal. E aí, ele descobriu que o menino tinha crescido.
E agora, em vez de short, calção ou calcinha curta, usava calça comprida.
Por isso, hoje, Juvenal tem um pedido a fazer aos fabricantes de calças.
Que tal criar um modelo de calça, sob medida, que tenha dois buraquinhos pro Juvenal ver a vida?!

..............................................................................
Conversando com meu tio sobre o texto da Van sobre o meu joelho, ele lembrou deste livro de 1983. Achei a história muito engraçadinha. Espero que tenham se divertido!
domingo, 5 de agosto de 2007
alimento
Tudo precisa de alimento pois alimento é energia. As plantas precisam de CO2. Nosso corpo precisa de vitaminas, proteínas e sais minerais. O amor, por apresentar-se de infinitas formas, é o mais fominha: precisa de carinho, atenção, compreensão, dedicação, paixão e mais um monte de "ão". Os livros precisam de letras. As calculadoras precisam de números. E os blogs precisam de posts.
Tá faltando energia por aqui.
Tá faltando energia por aqui.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
egoísmo
Tenho uma vontade até então secreta. Quero algo que muitos acharão bobagem, outros acharão egoísmo. Mas eu me preocupo com o que a Tríade vai achar. Um desses achismos que deixam a gente bastante preocupada, sabe?
Meu coração sempre quis um blog, mas minhas mãos tinham preguiça. Do pedido das amigas, nasceu o coletivo. Do desejo de ser um ser, brotou o particular. Mas tem um algo nesse coletivo que eu sempre sonhei pra mim: o nome. E vou explicar o motivo.
O primeiro poema que recebi, do primeiro homem que me amou, foi Soneto da Devoção. É deste soneto que vem Versos, votos de amor e nomes feios. E o que importa um nome?
Que mulher nunca sonhou com o nome de seus filhos com aquele cara que estava só ficando? Que mulher jamais ficou enlouquecida quando descobriu que a amiga do primário teve filho primeiro e colocou o nome que ela sonhava para seu filho no filho dela?
Um dia uma (ex)amiga quase comprou um cachorro e quis chamá-lo de Manolo. Manolo, não! Manolo será o meu cão, que ainda não tem raça, não tem quintal para brincar, mas já tem nome. Manolo é meu cão imaginário que um dia virá.
Sim, eu sei que a sugestão foi minha. Mas se você for mulher como eu, ou tem uma alma feminina, conseguiu me entender.
Meu coração sempre quis um blog, mas minhas mãos tinham preguiça. Do pedido das amigas, nasceu o coletivo. Do desejo de ser um ser, brotou o particular. Mas tem um algo nesse coletivo que eu sempre sonhei pra mim: o nome. E vou explicar o motivo.
O primeiro poema que recebi, do primeiro homem que me amou, foi Soneto da Devoção. É deste soneto que vem Versos, votos de amor e nomes feios. E o que importa um nome?
Que mulher nunca sonhou com o nome de seus filhos com aquele cara que estava só ficando? Que mulher jamais ficou enlouquecida quando descobriu que a amiga do primário teve filho primeiro e colocou o nome que ela sonhava para seu filho no filho dela?
Um dia uma (ex)amiga quase comprou um cachorro e quis chamá-lo de Manolo. Manolo, não! Manolo será o meu cão, que ainda não tem raça, não tem quintal para brincar, mas já tem nome. Manolo é meu cão imaginário que um dia virá.
Sim, eu sei que a sugestão foi minha. Mas se você for mulher como eu, ou tem uma alma feminina, conseguiu me entender.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Essências que vão

A cidade anoiteceu triste. E assim está. Porém, não pára. Não pode. Segue seu fluxo entre escombros, fumaça e dor.
Todos que têm ao menos uma bondade na alma sentem-se impotentes diante de tamanha tristeza.
Nesses momentos de partida, entendo que a vida é sopro. Intensa e frágil. Vem e vai, simples assim.
Meu medo é perder alguém sem dizer, antes, eu te amo.
sábado, 14 de julho de 2007
Agora para a Tati
Buscando algo para escrever a postagem anterior, achei esse trecho que traduz minha admiração pela Tati, algo que descobri a pouco tempo mas que jah me inspirou.
Como seríamos felizes se nos livrássemos de tensões, se pensássemos o melhor, se o futuro fosse a nossa meta...! Talvez, então, entenderíamos melhor que nos puseram nos corações um campo semeado onde nasce o amanhã. E existiriam razões para agradecer aos que se aventuram com dúvidas e com risco, aos que abrem caminho em direção ao desconhecido.
Como seríamos felizes se nos livrássemos de tensões, se pensássemos o melhor, se o futuro fosse a nossa meta...! Talvez, então, entenderíamos melhor que nos puseram nos corações um campo semeado onde nasce o amanhã. E existiriam razões para agradecer aos que se aventuram com dúvidas e com risco, aos que abrem caminho em direção ao desconhecido.
Antonio Alonso
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